SIM,
c o m c o n s u m o c o m o .
MAS,
c o m c o n s u m o s u m o .
E
o s u m o d o c o n s u m o ?
FICA
c o m . . .
SIM,
c o m c o n s u m o c o m o .
MAS,
c o m c o n s u m o s u m o .
E
o s u m o d o c o n s u m o ?
FICA
c o m . . .
Eu, Robot. Mas um robot arcaico (clock work), sem a liberdade de ousadia daquele do filme. Eu, muito mais robot. Este é o filme que vivo, e todos nós – não pense que é mais livre do que eu.
Intimista. Eu, eu mesmo e eu mesmo. Este é o filme que viveria no momento.
Um pouquinho mais de mim, não por egoísmo, por individualismo. Mas por individualidade, trucidada nesta sociedade massificante e massante.
“O que é bom? Tudo o que eleva no homem o sentimento de potência, a vontade de potência, a própria potência.” (Friedrich Nietzsche, em O Anticristo)
Não. Não conheço o Deus Sòponnà. Só sei que é da cultura Yorubá, africana. Descubri pelo Deus Google ao procurar um nome para este blog. É a globalização dos Deuses, pelo americano eu encontro o africano. Novidades metafísicas deste novo mundo!
Relacionada ainda a globalização está a criação deste blog. Através da maior ferramenta de destruição da identidade congênita tento descobrir ou construir um EU – Castells me mostrou isso mais claramente.
E sei que essa descoberta/construção será repleta de Pequenas Feridas, que para cicatrizarem e elevarem minha potência convoquei o Deus das Pequenas Feridas, vindo de uma África de Grandes Hemorragias.
Espero que divirtam-se, vocês, voyeres, fetichistas da revigorante dor da destruição…
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